7 Frases de Cora Coralina Que Todo Brasileiro Deveria Conhecer
Sete frases reais de Cora Coralina, com o nome do poema e do livro de cada uma — e uma famosa que ela nunca escreveu.
Da fita cassete rebobinada com caneta Bic ao orelhão de ficha: uma viagem pelos objetos que definiram uma geração.
Tem coisas que nenhuma foto explica para quem não viveu: o som do videocassete engolindo a fita, o cheiro de revista nova na banca, a tensão de gravar música do rádio torcendo para o locutor não falar em cima.
Reunimos 9 objetos que definiram as décadas de 80 e 90 no Brasil. Quantos deles você usou?
A dupla mais icônica da história da tecnologia nacional. Quando a fita enrolava ou o toca-fitas ficava sem pilha, era o corpo sextavado da caneta Bic que salvava: encaixava no carretel e rebobinava a fita na mão.
Antes do celular, ligar da rua era um ritual: ter a ficha (depois, o cartão indutivo), torcer para o orelhão funcionar e falar rápido antes dos créditos acabarem. A ficha metálica saiu de cena nos anos 90 — hoje é item de colecionador.
Alugar fita na locadora no sábado à tarde era o streaming da época. E devolver sem rebobinar era falta grave: muitas locadoras cobravam multa, e as mais educadas colavam adesivo pedindo “Por favor, rebobine”.
O “pen drive” da década: 1,44 MB de capacidade — menos que uma foto de WhatsApp de hoje. Trabalho de escola não cabia? Era dividir em dois disquetes e rezar para nenhum dar erro de leitura.
Música portátil de verdade. O Walkman tocava as fitas K7; o Discman, os CDs — desde que você andasse devagar, porque qualquer trombada fazia a música pular. O recurso “anti-shock” era argumento de venda premium.
Discar um número com muitos noves era um exercício de paciência: girar o disco até o fim e esperar ele voltar, dígito por dígito. Errou o último número? Recomeça tudo.
As bancas de jornal viravam bolsa de valores no recreio: “tenho, tenho, falta, tenho…”. A figurinha repetida era moeda de troca, e completar o álbum da Copa era projeto de família.
O console que inaugurou os videogames em milhões de casas brasileiras nos anos 80. E quando o jogo travava, lá vinha o gesto universal: tirar o cartucho e soprar — um ritual que tecnicamente não resolvia nada, mas todo mundo jurava que funcionava.
Quando a imagem chuviscava, a solução era enrolar palha de aço nas pontas da antena interna — e deixar alguém segurando a antena na posição exata enquanto a família assistia. Se soltasse, chuviscava de novo.
Esses objetos sumiram, mas moldaram a forma como uma geração inteira ouvia música, se comunicava e se divertia. Qual deles faz mais falta para você?
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O corpo sextavado da caneta Bic encaixava perfeitamente no carretel da fita K7. Girar a caneta rebobinava a fita sem gastar as pilhas do toca-fitas — um truque universal da época.
As fichas telefônicas começaram a ser substituídas pelos cartões indutivos em 1992, e saíram de circulação definitivamente ao longo dos anos 90.
O disquete de 3,5 polegadas, padrão dos anos 90, armazenava 1,44 MB — menos que uma única foto de celular atual. Mesmo assim, era como levávamos trabalhos, jogos e arquivos de um computador para outro.
Aida Pich · Colaboradora sênior
Colaboradora sênior da Revista Destaque. Especialista em cultura, memória pop das décadas passadas e grandes personagens da história.
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